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Mitigação de riscos: 10 formas de reduzir a exposição da sua empresa

Atualizado em 17 de agosto de 23 | Geral  por

Gabriela de Britto Maluf

Independentemente do ramo de atuação, todas as empresas lidam com algum tipo de risco no desenvolvimento de suas atividades. Desde questões operacionais até causas trabalhistas, é fato que essas ameaças, se não controladas, podem causar grandes prejuízos ao negócio. Para evitar tais problemas, hoje muito se fala sobre a mitigação de riscos. 

Essa prática, como o próprio nome sugere, trata de conjunto de estratégias que tem por finalidade identificar e prevenir situações de risco nos processos internos e externos da empresa. 

Neste conteúdo, falaremos mais sobre este tema apontando quais são os riscos corporativos mais comuns, formas de reduzi-los e como otimizar esses processos.

Continue a leitura a seguir.

A importância da mitigação de riscos

Além de contribuir na redução de falhas de processos, a mitigação de riscos traz consigo diversos benefícios e um dos pontos mais evidentes é em relação a diminuição de custos.

Quando as empresas identificam com antecedência situações que podem se tornar um problema, os gestores têm tempo hábil para pensar e elaborar estratégias para eliminar essas ameaças ou então diminuir os seus efeitos, caso não seja possível evitá-las.

Com a redução dos impactos negativos, consequentemente os prejuízos financeiros também são diminuídos. A mitigação de riscos também é uma ótima ferramenta para a preservação da imagem da empresa, pois está diretamente ligada à prevenção de outras irregularidades que podem acabar comprometendo a integridade da organização, como por exemplo casos de fraudes e corrupção.

Situações como essas, se não forem resolvidas rapidamente, podem comprometer a marca, mudando não só a percepção dos clientes, mas também dos demais stakeholders. Contudo, para que essa prática tenha os efeitos desejados, é necessário adotar uma série de estratégias a fim de conhecer em detalhes todas as operações que estão em torno do negócio.

Riscos mais comuns

Diversos fatores podem impactar o desenvolvimento de uma empresa, mas existem alguns que acontecem com mais recorrência. Neste conteúdo, separamos os mais comuns:

Riscos financeiros

O risco financeiro está presente desde a abertura de qualquer negócio. Por mais que os sócios possuam experiência e tenham feito diversas projeções, ainda assim não há como saber exatamente se o retorno sobre o investimento será como o esperado.

Questões externas como a pandemia, que acabou pegando muitos empreendedores de surpresa, por exemplo, podem surgir no meio do caminho e é preciso estar preparado para lidar com esse tipo de adversidade.

O endividamento da própria empresa ou o alto índice de inadimplência dos clientes também são situações que podem impactar negativamente o negócio. Nesse sentido, a mitigação de riscos pode ajudar a organização a ter um melhor controle do fluxo de caixa e também a evitar perdas inesperadas.

Riscos fiscais

Quem possui um negócio sabe o quão complexo é o sistema tributário brasileiro. Todas as empresas, sejam elas públicas ou privadas, possuem diversos tributos que precisam ser recolhidos dentro dos prazos determinados.

O não cumprimento dessas obrigações pode gerar grandes consequências às organizações, entre elas a cobrança de juros por atraso, o bloqueio de bens, a impossibilidade de conseguir crédito junto às instituições financeiras, impedimento de participação em concorrências públicas, entre outras.

A melhor forma de mitigação de riscos nesse cenário é a elaboração de uma política que vise o cumprimento dessas cobranças e a transparência financeira na empresa.

Riscos regulatórios

Os riscos regulatórios dizem respeito às regulamentações que envolvem as empresas. 

Apesar de alguns setores serem mais fiscalizados que outros, como é o caso das indústrias farmacêuticas e de alimentação, por exemplo, todas as organizações precisam atender às legislações vigentes e às normas regulamentadoras nas quais elas são regidas.

Um bom exemplo disso é o caso da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que veio como mais um ponto de atenção para as empresas. Neste caso, a implementação de uma política de compliance é essencial para a mitigação de riscos nessa área.

Riscos de conformidade 

Semelhante aos riscos regulatórios, os riscos de conformidade também dizem respeito ao cumprimento de normas e leis externas, mas também incluem as próprias políticas elaboradas internamente pela empresa.

Quando um colaborador deixa de seguir o que está estabelecido no código de ética e passa a ter uma conduta que vai contra os valores ali presentes, por exemplo, essa situação pode gerar grandes problemas.

Com a mitigação de riscos acontece da mesma forma, ou seja, quando os riscos são ignorados, o grau de exposição da empresa se eleva, e a forma de combater isso é através das políticas de compliance, que devem ser claras, objetivas e de fácil acesso.

Riscos operacionais

Os riscos operacionais estão relacionados a todas as operações internas e processos da empresa, como por exemplo a entrega de produtos e atendimento aos clientes.

As falhas nessas operações podem comprometer a empresa tanto em seus relacionamentos quanto na questão financeira, uma vez que interferem diretamente nas metas e objetivos traçados.

A mitigação de riscos nesse cenário é feita com a automatização de atividades manuais e a padronização de processos, fazendo com que as chances de erros sejam diminuídas. Isso pode ser alcançado com investimento em tecnologia e ferramentas específicas.

Riscos cibernéticos

A transformação digital envolve uma crescente exposição a riscos cibernéticos, os quais representam uma preocupação primordial para as empresas. Neste contexto, a segurança da informação e a salvaguarda dos dados são pilares essenciais no gerenciamento desses riscos.

Além dos potenciais ataques de hackers e das violações de dados, a empresa também deve se precaver contra ameaças comuns, tais como malwares, phishing e uso indevido de propriedade intelectual.

Diante desse cenário, é preciso implementar estratégias de segurança cibernética. Isso implica a adoção de soluções como firewalls, sistemas de detecção de intrusões e encriptação para blindar redes e sistemas contra ameaças cibernéticas.

Outro ponto relevante, é a promoção da conscientização sobre segurança digital. Para isso, a empresa deve ministrar treinamentos regulares para os funcionários a respeito de práticas seguras online, detecção de phishing e proteção de informações sensíveis.

Além disso, é preciso manter os sistemas atualizados, essa regra é válida para sistemas operacionais, programas e aplicativos com as últimas correções de segurança, a fim de prevenir vulnerabilidades.

Por fim, realize auditorias periódicas para identificar potenciais pontos fracos em sistemas e processos de segurança.

Riscos estratégicos

Os riscos estratégicos envolvem as decisões e escolhas que uma empresa faz em relação à sua direção e posição no mercado. Isso porque esses erros geralmente acarretam perdas financeiras consideráveis e prejudicam a competitividade da empresa.

Uma das formas mais eficazes de mitigar riscos estratégicos é a análise de mercado e concorrência. Isso significa que a empresa deve estar sempre atualizada a respeito das tendências do mercado e as ações dos concorrentes para tomar decisões informadas e ágeis.

Outro aspecto relevante é ter um planejamento estratégico sólido. Desenvolva e siga um plano estratégico claro, definindo metas, objetivos e estratégias para o crescimento sustentável da empresa. Além disso, evite depender excessivamente de um único produto ou serviço, diversificando o portfólio para minimizar os impactos de possíveis quedas na demanda.

Por fim, avalie diferentes cenários possíveis e os riscos associados a cada um, permitindo uma preparação eficaz para incertezas futuras.

Riscos ambientais

Com a crescente preocupação em relação ao meio ambiente, os riscos ambientais ganharam grande destaque. Isso inclui impactos adversos resultantes de mudanças climáticas, regulamentações mais rigorosas nessa área e danos à reputação devido atividades irregulares.

A adoção de práticas sustentáveis é a forma mais direta e eficaz de mitigar riscos nesse sentido. Para tanto, integre processos em todas as operações da empresa com esse objetivo. Tenha em mente que é preciso estar em conformidade com as leis e regulamentações ambientais, evitando multas e penalidades.

Além disso, o monitoramento e a geração de relatórios ambientais são peças fundamentais para acompanhar os resultados do que está sendo implementado. Estabeleça sistemas de monitoramento para acompanhar o impacto da empresa e divulgar informações relevantes de forma transparente.

Por fim, considere investir em tecnologias verdes. Explore soluções que reduzam a pegada de carbono da organização e melhorem sua eficiência energética.

Formas de mitigar riscos

Em linhas gerais, há algumas estratégias que podem ser utilizadas para que a empresa tenha mais segurança e evite situações de risco. Separamos algumas delas neste conteúdo, confira a seguir:

Realizar um diagnóstico da empresa

Vale frisar que o diagnóstico da empresa funciona como uma vistoria geral das principais atividades em que a empresa está envolvida. Nesta etapa é interessante olhar com detalhes todas as áreas e como elas atuam, identificando pontos que podem ser melhorados.

Mapear os potenciais riscos

Após a realização do diagnóstico, a identificação dos potenciais riscos torna-se uma tarefa mais simples. Afinal, o diagnóstico expõe todos os fatores mais críticos que fazem parte dos processos interdepartamentais.

Mapear os potenciais riscos é o meio de se antecipar aos mesmos, antes que aconteçam. Tal ação, traz mais inteligência para as operações.

Definir níveis de prioridade aos riscos

Definir níveis de prioridade aos riscos é um ponto muito importante para a mitigação de riscos empresariais. Algumas situações, se não resolvidas com rapidez, podem causar prejuízos enormes, outras nem tanto.

Ou seja, é interessante fazer essa classificação para que as ações sejam executadas em ordem de prioridade.

Formular um plano de ação

O plano de ação é a mitigação dos riscos na prática. Nesta etapa, podem ser implementadas práticas como:

  • Novos processos operacionais;
  • Controle e segurança das informações;
  • Auditorias periódicas nos departamentos.

É interessante ressaltar que o plano de ação precisa ser documentado, pois o mesmo poderá ser utilizado por gestões futuras.

Realizar monitorias constantes

Após todas as etapas e implementações, é preciso acompanhar se tudo está fluindo conforme o planejado, então é aí que vem a prática de monitoramento.

Analisar o desempenho das ações de mitigação de riscos é essencial para mensurar o seu resultado e saber se de fato os riscos estão sendo gerenciados da forma correta, sem que fuja do controle da organização. Esse processo pode ser feito por meio de indicadores e vistorias. 

Realizar verificações de antecedentes 

Realizar verificações de antecedentes em funcionários e fornecedores é uma forma da empresa tomar decisões mais informadas e reduzir o risco de problemas legais, financeiros e de reputação. 

Embora essa verificação não possa garantir a eliminação total de riscos, ela pode ajudar a reduzir significativamente os riscos envolvidos em contratações e parcerias comerciais.

Quando a empresa opta por fazer uma verificação de antecedentes poderá descobrir informações que impeçam a contratação de pessoas que representam alguma ameaça em potencial para a organização.

Ter contratos e acordos claros

Os contratos e acordos firmados precisam ser claros e bem redigidos, essa é uma prática essencial para mitigar riscos em qualquer negócio. Quando os termos atendem essas condições, há uma clareza sobre as obrigações, responsabilidades e expectativas de ambas as partes envolvidas. Isso ajuda a evitar mal-entendidos, conflitos e possíveis litígios que possam surgir durante o curso do negócio.

Desta forma, é possível garantir que todas as partes envolvidas estejam cientes de seus papéis e responsabilidades, bem como das consequências de possíveis violações ou não cumprimento das obrigações. 

Além disso, um contrato com cláusulas bem estruturadas define as formas de resolução de conflitos e estabelece medidas para lidar com possíveis situações de emergência, como a rescisão do contrato ou acordo, crises econômicas, variações repentinas de preços ou disponibilidade de insumos, dentre outros.

Realizar treinamentos regulares em segurança e conformidade

Os treinamentos voltados para segurança e conformidade ajudam a conscientizar os funcionários sobre as políticas, procedimentos e práticas recomendadas pela organização, relacionadas a um programa de compliance, visando reduzir o risco de violações à conformidade, a melhoria da reputação e o ganho da credibilidade da empresa no mercado.

Eles devem considerar todos os aspectos do negócio, desde a proteção de informações confidenciais até o cumprimento das leis, contratos, normas internas, código de conduta, dentre outros, evitando sanções legais e outros impactos negativos.

Ter um sistema de gestão de qualidade

Um sistema de gestão de qualidade eficaz consiste em um conjunto de normas e processos que são seguidos por toda a empresa, desde a gerência até os funcionários de linha de frente. Esses processos abrangem todos os setores da organização, desde a fabricação e distribuição de produtos até o atendimento aos clientes.

Além disso, um sistema de gestão de qualidade, contribui de forma significativa na identificação e mitigação de riscos relacionados à qualidade do produto ou serviço, garantindo que eles atendam aos padrões de qualidade e segurança necessários, por meio de práticas de gerenciamento de riscos operacionais, garantindo a eficácia dos processos de negócio.

Por fim, a implementação de um sistema de gestão de qualidade contribui para que a empresa possa monitorar e analisar constantemente seus processos e produtos, identificando áreas de melhoria e mitigando riscos futuros. Através da análise de dados, a empresa pode identificar problemas potenciais e desenvolver planos de ação para resolvê-los antes que se tornem um risco real.

Ter uma política de diversificação de fornecedores

Uma política de diversificação de fornecedores é também uma das formas mais utilizadas para mitigar riscos em uma empresa, pois ajuda a reduzir a dependência de um único terceiro, e aumenta a flexibilidade.

Isso porque a dependência de um único fornecedor aumenta o risco de problemas de qualidade, interrupções no fornecimento de matéria-prima ou componentes, ou mesmo o risco de fraude ou corrupção. Desta forma, quando a empresa diversifica os fornecedores, passa a estar melhor preparada para enfrentar quaisquer problemas que possam surgir.

Além disso, ter múltiplos fornecedores aumenta a concorrência e ajuda a obter melhores preços e condições contratuais, e isso favorece a redução nos custos de produção e, por sua vez, a uma maior rentabilidade da empresa.

A diversificação de fornecedores também pode ajudar a empresa a mitigar riscos relacionados a mudanças no mercado ou na legislação. Por exemplo, se uma empresa não conseguir atender às normas regulatórias ou mudar suas políticas comerciais, a empresa pode recorrer a outros fornecedores sem interromper sua produção ou seus negócios.

Por fim, essa diversificação pode ajudar a organização a manter sua reputação e credibilidade, garantindo que os produtos ou serviços oferecidos atendam aos padrões de qualidade e segurança necessários, o que é ainda mais relevante em setores altamente regulamentados ou em que a confiança do cliente é essencial.

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Benefícios de ter uma estratégia de mitigação de riscos

A implementação de uma estratégia eficaz de mitigação de riscos oferece uma série de benefícios consideráveis para as empresas. Além de evitar perdas financeiras substanciais, essa postura proativa contribui para a preservação da reputação da empresa e sua integridade.

Confira agora alguns dos principais benefícios:

Redução de prejuízos financeiros

Antecipação e o enfrentamento dos riscos, permite que a organização minimize os impactos negativos e evite despesas imprevistas.

Preservação da imagem da empresa

A mitigação de riscos está diretamente relacionada à prevenção de irregularidades, como fraudes e corrupção, o que mantém a reputação da empresa intacta.

Cumprimento de regulamentações

Uma estratégia sólida de mitigação de riscos ajuda a garantir que a empresa esteja em conformidade com regulamentações, evitando penalidades legais, sobretudo as previstas na Lei Anticorrupção.

Melhoria da tomada de decisões estratégicas

Com uma compreensão clara dos riscos, os gestores podem tomar decisões mais informadas.

Preparação para incertezas

A empresa está mais bem equipada para lidar com incertezas e adversidades, seja em termos de mercado, tecnologia ou ambiente regulatório.

Eficiência operacional aprimorada

A padronização de processos e a automatização de atividades reduzem erros e aumentam a eficiência.

Ferramentas importantes para mitigação de riscos

Para implementar uma estratégia de mitigação de riscos eficaz, é fundamental contar com ferramentas adequadas que auxiliem no processo. Tenha em mente que essas ferramentas ajudarão na identificação, avaliação e gerenciamento dos riscos, facilitando a tomada de decisões.

Confira agora algumas das ferramentas mais importantes e cuja utilização já está consolidada no mercado:

  • Análise SWOT: a análise das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças (SWOT) fornece uma visão abrangente do ambiente interno e externo da empresa, auxiliando na identificação dos riscos;

  • Matriz de Riscos: a matriz de riscos categoriza os riscos de acordo com sua probabilidade e impacto, permitindo priorização e planejamento adequado;

  • Avaliação de Impacto e Probabilidade: essa ferramenta ajuda a determinar o impacto potencial e a probabilidade de ocorrência de cada risco, auxiliando na tomada de decisões;

  • Planos de Contingência: são estratégias pré-definidas para lidar com riscos específicos, detalhando ações a serem tomadas caso ocorram;

  • Software de Gerenciamento de Riscos: plataformas dedicadas ao gerenciamento de riscos auxiliam na identificação, avaliação e monitoramento contínuo de ameaças, permitindo uma análise mais estruturada;

  • Treinamentos em Segurança e Conformidade: programas de treinamento regulares ajudam a educar funcionários sobre práticas seguras e regulamentações, reduzindo riscos operacionais.

Por fim, vale frisar que a adoção dessas ferramentas, bem como a compreensão exata sobre os benefícios de uma estratégia de mitigação de riscos, permite que a empresa esteja melhor preparada para enfrentar os desafios do ambiente de negócios atual, protegendo seus interesses, sua reputação e sua viabilidade a longo prazo.

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Gabriela B. Maluf é Founder & CEO da Thebesttype, empreendedora, escritora, advogada com 18 anos de experiência, especialista em Compliance Trabalhista, Relações Trabalhistas, Sindicais e Governamentais, Direito Público e Previdenciário, palestrante com mais de 200 eventos realizados e produtora de conteúdo técnico otimizado em SEO para sites e blogs.