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Software para identificação de PEP (Pessoa Politicamente Exposta): garanta compliance com o upMiner

Atualizado em 3 de fevereiro de 26 | Geral  por

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Redação upLexis

Ilustração de profissional ao centro com elementos de tecnologia e checagem, representando o uso de software para identificação de PEP (pessoa politicamente exposta) nas empresas.

A identificação de Pessoas Politicamente Expostas é um dos pilares do compliance moderno e da gestão de riscos. Com o aumento das exigências regulatórias e do volume de análises, o uso de um software para identificação de PEP se tornou essencial para garantir precisão, eficiência e monitoramento contínuo. Neste artigo, mostramos como a tecnologia apoia processos de due diligence e como o upMiner da upLexis transforma dados em decisões mais seguras.

Guia Rápido💡| Aqui, você vai encontrar: 

  • O que é PEP e por que a identificação é obrigatória?
  • Por que métodos manuais já não “dão conta do recado”?
  • O papel do software para identificação de PEP
  • Casos de uso: como as empresas aplicam a identificação de PEP na prática?
  • Benefícios estratégicos para tomadores de decisão
  • Como o upMiner da upLexis apoia a identificação de PEP? 
  • FAQ | Dúvidas Rápidas 

A identificação de Pessoas Politicamente Expostas (PEPs) deixou de ser apenas uma exigência regulatória e de compliance para se tornar uma parcela crítica da gestão de riscos nas empresas. Considerando a fiscalização mais rigorosa, o aumento de crimes financeiros e a maior cobrança (social e de mercado) por integridade, confiar em processos manuais ou consultas pontuais já não é suficiente.

Aqui, vale lembrar que os procedimentos a serem adotados em relação às PEPs (destinados àqueles que exercem atividades sujeitas à supervisão do Coaf), podem ser encontrados na Resolução Coaf nº 40, de novembro de 2021. 

Nesse contexto, entra em cena o software para identificação de PEP: uma solução tecnológica capaz de automatizar consultas, cruzar grandes volumes de dados e manter o monitoramento contínuo de pessoas físicas e jurídicas expostas a riscos políticos, regulatórios e reputacionais.

Mas como essa tecnologia funciona na prática? E por que ela se tornou essencial para áreas como compliance, jurídico, riscos e governança? Siga conosco! 

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O que é PEP e por que a identificação é obrigatória?

Pessoa Politicamente Exposta (PEP ou PEP)  é todo indivíduo que ocupa ou ocupou, nos últimos anos, cargos públicos relevantes, no Brasil ou no exterior, bem como seus familiares e pessoas de relacionamento próximo. Essa definição está alinhada a normas nacionais e internacionais de PLD/FT (Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo).

Na definição do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), PEPs são “ocupantes de cargos e funções públicas listadas nas normas de PLD/FT editadas pelos órgãos reguladores e fiscalizadores”. 

O ponto central é simples: PEPs estão mais expostas ao risco de corrupção, suborno e uso indevido de recursos públicos. Por isso, legislações e reguladores exigem que empresas adotem procedimentos reforçados de due diligence ao se relacionarem com esse perfil.

Na prática, não identificar corretamente uma PEP pode resultar em:

  • sanções administrativas e regulatórias;
  • multas e penalidades financeiras;
  • danos reputacionais severos;
  • fragilidade nos programas de compliance.

Por que métodos manuais já não dão conta do recado?

Para detectar e monitorar PEPs, muitas organizações ainda dependem de pesquisas em listas públicas isoladas, consultas manuais em buscadores e planilhas internas sem atualização contínua.

O problema é que o universo de PEPs é dinâmico. Pessoas entram e saem de cargos públicos o tempo todo, novas relações são estabelecidas e informações relevantes surgem diariamente em diferentes fontes.

Além disso, o volume de análises cresceu. Hoje, empresas precisam avaliar:

De fato, se não há tecnologia especializada, o risco de falhas, atrasos e decisões mal embasadas aumenta exponencialmente.

O papel do software para identificação de PEP

Um software para identificação de PEP atua como um motor inteligente de análise de risco, centralizando dados e automatizando processos críticos. Em vez de uma consulta pontual, ele oferece uma visão ampla, atualizada e contextualizada do perfil analisado.

Entre as principais funcionalidades, destacam-se:

O resultado é mais segurança, rastreabilidade e eficiência operacional.

Casos de uso: como as empresas aplicam a identificação de PEP na prática

1. Onboarding de clientes e parceiros

No processo de entrada de novos clientes ou parceiros estratégicos, o software permite identificar rapidamente se há exposição política, ajustando o nível de diligência conforme o risco.

2. Due diligence de fornecedores

Empresas que contratam fornecedores críticos precisam garantir que não há vínculos com agentes públicos ou situações que possam gerar conflitos de interesse ou riscos legais. Aqui, a detecção de PEPs na due diligence é essencial. 

3. Análise de beneficiário final (UBO)

Mesmo quando a empresa contratada não é uma PEP, o risco pode estar no quadro societário. A tecnologia ajuda a revelar essas conexões ocultas.

4. Monitoramento contínuo

Um fornecedor hoje regular pode se tornar PEP amanhã. O monitoramento automatizado evita que a empresa descubra isso apenas após um problema.

5. Auditorias e fiscalizações

Relatórios estruturados e trilhas de auditoria facilitam a comprovação de que os procedimentos de compliance foram seguidos corretamente.

Benefícios estratégicos para tomadores de decisão

Segundo estudo da Whistic, as organizações que utilizam automação relatam maior produtividade nas avaliações de riscos de terceiros sem aumentar o número de funcionários. Para quem decide, o valor do software para identificação de PEP vai além do cumprimento da norma. Ele entrega:

  • redução de riscos legais e reputacionais;
  • padronização dos processos de compliance;
  • ganho de escala, mesmo com equipes enxutas;
  • melhor tomada de decisão, baseada em dados confiáveis;
  • integração entre áreas, como jurídico, compliance, riscos e compras.

Em outras palavras, os processos de compliance deixam de ser um gargalo e passam a ser alavanca de governança.

Como o upMiner da upLexis apoia a identificação de PEP?

A plataforma upMiner, da upLexis, foi desenvolvida justamente para atender a esse cenário de complexidade crescente. A solução permite consultar, cruzar e monitorar informações críticas para compliance e gestão de riscos em um único ambiente.

Com o upMiner, sua empresa consegue:

  • identificar PEPs nacionais e internacionais de forma automatizada;
  • mapear vínculos políticos, familiares e societários;
  • cruzar dados com processos judiciais, sanções, mídias e outras fontes relevantes;
  • manter o monitoramento contínuo, reduzindo riscos ao longo do relacionamento;
  • gerar relatórios auditáveis, essenciais para fiscalizações e governança.

Tudo isso com uma abordagem orientada a dados, tecnologia e eficiência — exatamente o que se espera de um programa de compliance moderno.

Se a sua empresa busca ir além da checagem básica e transformar a identificação de PEP em um processo estratégico, o upMiner da upLexis é um aliado essencial nessa jornada. 

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FAQ | ESG

O que significa ESG na prática?

ESG representa a adoção de práticas ambientais, sociais e de governança que reduzem riscos, fortalecem a reputação da empresa e promovem crescimento sustentável no longo prazo.

ESG é obrigatório no Brasil?

Não existe uma obrigação legal única e geral, mas diversas normas, regulações setoriais e exigências de mercado já incorporam critérios ESG, especialmente no mercado financeiro, em compliance e na cadeia de fornecedores.

Qual a relação entre ESG e compliance?

O compliance é um pilar fundamental do ESG, especialmente na dimensão de governança. Ele garante conformidade legal, ética corporativa, transparência e prevenção de riscos socioambientais.

Implementar ESG gera custos ou retorno financeiro?

Embora possa exigir investimentos iniciais, a implementação de ESG tende a gerar retorno financeiro por meio de redução de riscos, acesso a crédito, atração de investidores e fidelização de clientes.

Como a tecnologia ajuda na agenda ESG?

Soluções tecnológicas permitem monitorar riscos, avaliar stakeholders, identificar passivos socioambientais e garantir mais transparência e eficiência nos processos de governança.