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O futuro dos dados

24 JUN 2019
24 JUN. 2019 / por adminuplexis

Hoje 64,7% da população brasileira já está conectada a Internet por algum dispositivo, sendo a maior parte desse acesso realizado em dispositivos móveis, como o celular.

 

E com toda essa massa de conteúdo e dados sendo gerados a todo momento a pergunta que resta é: Onde chegaremos com tudo isso?

 

A internet e os dados dela tem o poder de nos tornar mais inteligentes, de transformar o modo como consumimos, como viajamos, como nos comunicamos…

 

Até 2022, 60% do nosso produto interno bruto (PIB) será digital e como diferenciaremos o potencial real do digital? Como protegeremos esses trilhões de dados de hackers e ataques maliciosos?

 

Hoje nossa pergunta torna-se cada vez mais relacionada a ciber-resiliência, que é um termo um pouco mais forte que cibersegurança, já que está ligado ao exercício diário de rever suas seguranças e melhorar dia após dia a qualidade delas, trazendo para seu usuário um ambiente de confiança.

 

A proteção dos dados será então responsável por recuperar a confiança dos consumidores nas empresas.

 

A menos que as empresas incluam em seu “hall de preocupações” a confiança e segurança da informação, o risco é que cada vez menos elas sejam autorizadas a utilizar os dados de consumo para seu benefício.

 

É importante criar uma cultura dentro da empresa de “metas compartilhadas” para que nenhum elo da sua cadeia sofra, exporemos algumas delas aqui:

 

  • Garanta acesso de qualidade ao seu site, plataforma, aplicativo, construindo-o da forma mais estável possível;
  • Empodere seu usuário por meio dos dados, torne o processo dele muito mais coeso com o uso de sua ferramenta;
  • Faça parte da construção de um ambiente digital mais seguro, flexível e resiliente baseado nos parâmetros de governança necessários para seu mercado de atuação;

 

A upLexis como uma das empresas que está passando pelas transformações diante da LGPD acredita que esses pontos acima são apenas alguns que devem ser tidos como “meta compartilhada” das empresas de tecnologia.

Tudo isso visando evitar silos de discussão sobre os dados, para que haja maior colaboração, confiança e um futuro digital pós-LGPD muito mais equilibrado para os consumidores, os que armazenam e aqueles que tratam estes dados.

 


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