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Listas Restritivas: o que são e por que consultá-las?

29 OUT 2021

29 OUT. 2021 / por Rômullo Martins

Antes de contratar um fornecedor ou adquirir um parceiro de negócio, é importante checar algumas informações para evitar associações que possam trazer problemas no futuro. Dentre as diversas possibilidades de se fazer isso, uma delas é consultar as listas restritivas.

Pensando nisso, neste artigo abordaremos este tema explicando o que são essas listas, quais informações elas retornam e como consultá-las.

É importante citar o aumento na ocorrência de fraudes

Não é de hoje que as empresas estão investindo na checagem de terceiros. Um dos principais motivos para isso é a busca por mais segurança e transparência nas relações comerciais.

Infelizmente, não é raro identificar empresas que tiveram problemas ligados à gestão de fornecedores e correlacionados.

O aumento da preocupação com temas ambientais e sociais, muito abordados no conceito ESG, por exemplo, também tem contribuído bastante para esse processo de prevenção de risco.

Nesse sentido, veremos que as listas restritivas têm um papel fundamental.

Mas afinal, o que são listas restritivas?

Em resumo, se trata de bancos de dados que registram periodicamente pessoas físicas e jurídicas que já se envolveram com alguma prática ilícita, como financiamento ao terrorismo, trabalho escravo, crimes ambientais, lavagem de dinheiro, entre outros.

Ou seja, essas listas trazem informações importantíssimas para análise e tomada de decisão. 

Por que checar essas informações?

Imagine para os clientes, descobrirem que a marca que eles consomem possui, em seu quadro de fornecedores, uma organização que já autuada por trabalho análogo a escravidão? 

A cada dia que passa as pessoas estão mais preocupadas em saber a origem daquilo que estão comprando ou que fazem parte, de alguma maneira. Então, certamente uma notícia como essa traria muitos problemas.

Além de prejuízos financeiros, a integridade da marca pode ser posta em questão.

Logo, ao consultar as listas restritivas, é possível evitar más associações e consequentemente situações de riscos.

Principais listas restritivas

Crimes podem ser cometidos por qualquer pessoa ou empresa e em qualquer lugar do mundo. Por essa razão, existem diversas listas restritivas nacionais e internacionais. Cada uma delas é gerida por um órgão específico.

Dentre as principais pode-se destacar:

  • Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (CEIS);
  • Cadastro de Empregadores – “Lista Suja”;
  • Office of Foreign Assets Control (OFAC);
  • Interpol;
  • União Europeia. 

Dependendo do crime cometido, a empresa pode fazer parte de uma ou mais listas.

Como consultá-las?

Assim como muitas outras fontes de dados, essas também podem ser acessadas por meio da internet, no site oficial de cada uma. 

A forma de buscar as informações pode variar de acordo com a localização. As listas nacionais, por exemplo, normalmente solicitam o número de CPF ou CNPJ.

Otimize a coleta de dados sobre pessoas e empresas

A checagem de terceiros também podem ser feitas de maneira automatizada. Com a plataforma upMiner, por exemplo, além das listas restritivas, também é possível consultar mais de 1.900 fontes e gerar relatórios analíticos. 

Em poucos minutos, a solução identifica informações como mídias negativas, pessoas politicamente expostas expostas, pendências financeiras, processos judiciais, embargos, entre muitos outros dados que contribuem para a prevenção de riscos.

Você pode testar gratuitamente o upMiner clicando aqui

Conclusão

As listas restritivas são fontes importantes que podem e devem ser consultadas no processo de checagem de terceiros.

A consulta é ideal para evitar vínculos com pessoas e empresas inidôneas, garantindo mais segurança e transparência aos processos da organização. 


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