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Compliance e contabilidade devem andar juntos

25 MAR 2019

25 MAR. 2019 / por Felipe Ribeiro

O Compliance, também conhecido no Brasil como ‘programa de integridade’ em uma linguagem mais leiga, tem atuação mais firme em pautas legislativas.

No entanto, por ser uma prática, é perfeitamente adaptável no departamento contábil e ajuda na prevenção de crimes financeiros.

Com a vivência recente de transformações no cenário político brasileiro, a ânsia pelo combate à corrupção parece ter se tornado um retrato pétreo nas manchetes e falas.

E isso, felizmente, tem chegado a profissionais de contabilidade, que constantemente são colocados à prova não apenas em auditorias e relatórios, mas também por movimentarem e controlarem inúmeras sifras. “Seguir” o dinheiro sempre pode ser um bom ato investigativo.

Com a boa aplicação do compliance na contabilidade, a prestação de contas acaba se tornando mera formalidade.

O Código de Ética Profissional do Contador, inclusive, será atualizado com itens de compliance para se adaptar aos novos usos e costumes, às novas práticas de mercado e, até mesmo, às novas tecnologias que impactam a profissão e o seu “modus operandi”.

Um dos maiores desafios deste setor, no entanto, é fazer com que as instituições não encarem o compliance como mais uma medida burocrática ao sistema.

Para isso, o comprometimento e apoio da alta administração na implementação dos programas de integridades são fundamentais à execução dos procedimentos.

Entre os principais efeitos do programa de integridade estão:, é a melhoria da credibilidade do ambiente de negócios e a transparência sobre a prestação de serviços.

Cabe aos contadores, neste caso, levar o compliance para além das normas. Cabe a eles levar para os processos, dos menores e mais simples, até grandes movimentações.


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